
" Aproximei-me do Luís Gonzaga e pus-me a pensar muito a frio que naquelas circunstâncias uma lágrima o faria feliz mas eu não dispunha de nenhuma para lhe dar. Ao princípio sentira-me triste, desconsolada, mas agora começava a experimentar uma estranha sensação de liberdade, quase pertubadora naquele momento. O Luís parecia esperar de mim o quer que fosse. Achei-me a dizer a mim própria, em silêncio [...] E as frases que me ocorriam deram-me de súbito uma grande vontade de rir.
- Estás a sofrer, Mariana, - disse o Luís. - Para quê tudo isso? Chora, se te apetece.
A vaidade dos homens!!!! Como havia eu de chorar, por que havia eu de chorar...Porque se ia embora, julgava ele.... A vaidade dos homens, a incrível e ridícula vaidade dos homens ..."
- Estás a sofrer, Mariana, - disse o Luís. - Para quê tudo isso? Chora, se te apetece.
A vaidade dos homens!!!! Como havia eu de chorar, por que havia eu de chorar...Porque se ia embora, julgava ele.... A vaidade dos homens, a incrível e ridícula vaidade dos homens ..."
CARVALHO, Maria Judite. Tanta Gente, Mariana.
Adorei seu blog!!
ResponderExcluirSucesso
Ehhh!!! Lavoura arcaica!!! Faltou jogar o vinho pelo corpo, como eu disse!!! hehe...
ResponderExcluirE, claro, arrasar - ainda mais - na festa! rs.
Oh, yes!!! hehe
ResponderExcluirAh!! Obrigada pelo elogio, Maurício!! Pode comentar, criticar, enfim...como quiser!!
ResponderExcluirRosana seguindo novamente a tendência para a incontenção emocional, para fazer aumentar os esquemas talvez um pouco mais do aconselhável em determinados momentos. Apoteótica demonstração de meios, complexidade estrutural e preciosismo em cada um dos seus 3 parágrafos. Embora felizmente, o toque de demência continue ali muito bem escolhidos da frugal Maria Judite.
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